A felicidade e os sapatos



Me ocorreu que para as mulheres a felicidade não é um estado contínuo, mas sim um arroubo, sendo este vinculado ao ato da conquista, e não ao relacionamento em si.

Desse ponto de vista, a conquista de um homem seria como ato de se comprar um novo par de sapatos. Ficam entusiasmadas, emocionadas, e contam para todas as amigas quando compram "aquele" par de sapatos "maravilhoso", assim como o fazem quando finalmente conquistam "aquele" homem tão desejado.



A diferença, que para elas passa desapercebida, é que o par de sapatos não pensa, não tem emoções, e portanto não sofre quando jogado fora após seu uso intenso, ou guardado no armário, como estepe, para um incerto uso futuro. Enquanto que o homem...

Seguindo esse raciocínio, percebe-se quão desapegadas e frias são as mulheres, notadamente as promíscuas. Para essas utilitaristas, o homem é um objeto, cujo ato da aquisição é o motivo da fugaz alegria, que elas definem como "felicidade". Esse desprezo pelos sentimentos alheios é a matéria-prima que compõe o inferno emocional que elas criam para seus homens.

Mas vocês já ouviram mulheres afirmando que, apesar de determinado par de sapatos lhes apertar os pés, elas ainda os usam por serem muito bonitos, ou por simplesmente gostarem deles?

Esse par de sapatos especial, que as faz sofrer mas que ainda assim elas gostam de exibir, é o cafajeste! A diferença é que, nesse caso, são os sapatos que jogam fora sua 'dona', e quem pisa são eles, não ela!

Entendendo isso você poderá se precaver, fazendo com que o ato da compra seja um processo tão demorado quanto você queira. Enquanto ela não conseguir comprá-lo (leia-se conquistá-lo), ela o desejará. E quanto mais raro, e portanto caro, mais ela o respeitará, posto que ela sempre terá a esperança de que você será um troféu valioso, a ser exposto para causar inveja às amigas.

Rooster

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